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15/10/2004 02:48
Olá para todos! Desculpem o atraso aí, ok? E o último fim de semana até que foi, em termos de shows, bem bacana... Desde show no metrô, até Dead Fish e Sugar Kane na Taquara. Sem contar a passagem de FDS e Sistema Sangria por terras cariocas, diretamente de Sampa. Maiores detalhes a seguir (até semana que vem... calma que o site tá chegando...):
Mix Marcas
8/10/2004
Metrô Estação Carioca (Rio de Janeiro/RJ)
FARSANTES THE YELLOWGREEN
Imagina só. Você indo, ou voltando, da aula, ou trabalho e quando chega na estação do metrô dá de cara com um palco e uma banda levando som. Seria o fechamento perfeito pra uma semana chata, né? Pois bem, o pessoal que passou pela Estação Carioca teve esse privilégio. Exatamente. As bandas Farsantes e The Yellowgreen animaram a volta pra casa de quem dispensou alguns minutos de seu retorno ao lar dessa sexta feira de sol no centro do Rio.
O evento faz parte de uma espécie de feira intineirante, chamada Mix Marcas, que ainda vai rodar outras estações do metrô até o final do ano. No palco: Com um atraso no mínimo considerável (que bom, pois deu tempo pra eu chegar...) o show começou com a banda Farsantes subindo ao palco. Com um repertório bastante variado, que ia de covers de Oásis e Blur a sons próprios a banda fez uma apresentação competente. As próprias tem um que de Hard Rock, com um pé no britpop. Ao que parece, o show da banda foi interronpido devido a problemas com a organização. No entanto fizeram um bom show. Em seguida foi a vez dos friburguenses do The Yellowgreen atacaram com seu alternativo a lá Smashing Pumpkins. Sons do cd e coisas até então sem registros juntaram-se a um cover do próprio Smashing Pumpkins e resultaram em uma apresentação excelente. O único porén fica por conta do som que estava baixíssimo (olha aí os problemas com a organização). Mas a banda sobressaiu a esses problemas e como disse, fez um excelente show.
Por fim: Uma ótima iniciativa que esperamos sobreviva. Claro que curiosos sempre param pra dar uma olhada. Quanto ao público mesmo: Parece que a galera não levou muita fé, já que foram poucos os que foram até lá, visivelmente, pra conferir o evento. Rock rolando na estação do metrô? E não é que rolou?
Rafael A.
UPI apresenta:
9/10/2004
Garage (Rio de Janeiro/RJ)
FDS SISTEMA SANGRIA MÜKIRANUS REPRESSÃO SOCIAL HALÉ GAROTOS HC
Mais um evento promovido pela União Punk Inpendente carioca. Desta feita com a participação de duas bandas paulistas. FDS e Sistema Sangria vieram da terra da garoa pra três shows por terras cariocas. Um deles não pode ser realizado por a galera de SP não ter chegado a tempo, este seria na Pavuna, subúrbio carioca. No domingo seria o dia de Barra Mansa, no interior do estado.
Ta, não sou especialista em chegar na hora certa nos shows. E não foi muito diferente neste início de noite de sábado. Ao chegar no Garage, a banda Mükiranus já estava no palco pronta pra atacar com seu grindcore bem legal. A banda fez um show bacana e agradou em cheio a galera presente que agitou durante a apresentação da banda de Barra Mansa. Logo em seguida foi a vez do Sistema Sangria mostrar seu punk /hc competentíssimo num belo show. Me surpreendeu, pois no cd demo dos caras não dá pra se ter a real noção do que é a banda. Muito bom show. Depois foi a vez do FDS fazer outro senhor show desfilando seu punk/hc rápido e carregado de experiência e competência também.
E foi isso. Infelizmente não rolou show do Repressão Social, devido ao tempo que era curto (iria rolar um show metal ainda naquela noite). O fato de o evento ter começado ainda a tarde deve ter influenciado, mas a verdade é que o público não deu as caras na Rua Ceará neste sábado. Uma pena, perderam um show bem legal...
Rafael A.
Coé Veio
10/10/2004
R9 Point Fenômeno (Taquara/RJ)
DEAD FISH SUGAR KANE - FORFUN KUELA MENORES ATOS
E depois de ganhar o prêmio de revelação no último VMB e alcançar o primeiro lugar da parada, tudo isso na MTV, e com um DVD saindo do forno eis que o Dead Fish aterriza na Taquara para um show no bar do Ronaldinho.... Tá, eu também não entendi no início. Só que o tal Point Fenômeno é um espaço como outro qualquer, com bar, mesas e tudo mais. Só que não é nada do outro mundo não. Por que começou a rolarem shows por lá? Vai saber... Certo então: Dead Fish e os curitibanos do Sugar Kane juntos. É, não dava pra ser diferente mesmo...
Casa completamente tomada pela galera que horas antes já fazia uma fila de respeito do lado de fora. Mesmo com um ingresso saindo a mais ou menos quinze pratas a galera marcou presença. Ainda era claro quando o Menores Atos subiu ao palco pra começar a festa. O HC Emo dos caras agradou em cheio a galera presente que grudou os olhos no palco pra conferir a apresentação dos cariocas. Logo depois foi a vez do Kuela. O público local parece se amarrar no trabalho dos caras, já que a banda foi muito festejada e teve sons cantados pelo povo que agitou bastante no show dos caras. Sem deixar a peteca cair os curitibanos do Sugar Kane pegaram uma galera em ponto de bala e botaram o povo pra cantar e agitar. Os sons foram cantados e festejados do início ao fim do show. Bom show. E no final, Dead Fish. A banda demonstrou a competência de sempre. Com um repertório baseado do mais novo álbum, Zero E Um, os capixabas transformaram o bar do fenômeno num inferno dos mais agradáveis. Tinha gente cantando e agitando pra tudo quanto era canto que se olhasse. Na verdade, agitando até demais. Já que as PAs não agüentaram o pique da galera e teimaram em tentar fugir de perto do palco. Claro que isso gerou alguns problemas com o som e coisa e tal, mas a verdade é que no palco não havia nada que segurasse o Dead Fish. Você , Zero E Um, Senhor, Seu Troco , Afasia , enfim, muitos sons até o final absurdamente caótico com Sonho Médio. Um show pra não se esquecer tão cedo. E ainda teve o show, curto, do ForFun. O pessoal chegou atrasado mas fez um som pra quem foi até lá pra ver a banda (o correto a se fazer nesses casos).
Que show! Público na pilha pra agitar feito doido. Casa cheia e boas bandas no palco. Um detalhe legal é a faixa etária da galera que parece estar saindo de casa pra ir a show bem mais cedo que na minha época. Claro que como todo evento desse porte rolaram problemas e a organização teve de se desdobrar pra deixar tudo no esquema. Mas entre mortos e feridos salvaram-se todos. E no final das contas o Point Fenômeno viu mesmo foi outro fenômeno, que se chama Dead Fish.
Rafael A.
enviada por Feira Moderna Zine
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